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Filipe Sales, micronacionalista brasileiro, nasceu em 26 de abril de 1983, em Brasília, onde morou até o ano de 2004. Reside na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, onde formou-se em Direito e trabalha na área de consultoria jurídica em uma construtora. Liberal convicto, é adepto das visões teóricas tradicionais do liberalismo, como tratadas por Hayek, Mises, Friedman, Campos, dentre outros. Visando criar alguma aplicabilidade para suas idéias liberais, vinculou-se a um grupo liberal do partido Democratas, em Belo Horizonte, pelo qual se filiou.

Praticante de escalada, costuma sempre estar em um bar ou no ambiente um pouco mais alternativo de Belo Horizonte.

Biografia Micronacional Editar

Filipe Sales entrou no micronacionalismo no dia 31 de janeiro de 2001, na República de Marajó, sob o pseudônimo de Philipe Auguste Depardier. Durante o período em que a micronação passava, que posteriormente ficou nomeada Grande Crise, ocupou diversos ministérios, ainda na gestão do presidente Waldir Bambino Rezende.

Foi Senador da República (parlamentar) por dois mandatos. Fundou o Partido Democrata (PD), do qual foi presidente por dois mandatos, e criou a ong OPE - Organizações de Pesquisa ao Estado, destinada a realizar análises críticas sobre a atuação do Estado na micronação. Em agosto de 2002, quando o presidente Wagner Baccioti Campodonio renunciou ao cargo, assumiu por ser o vice na coligação SoMa/PD, e foi Presidente da República de agosto à dezembro daquele ano. Ao final de dezembro de 2002, resolveu ir para a Comunidade Livre de Pasárgada.

Em Pasárgada, foi Orador (parlamentar) por vários mandatos, e trabalhou em diversas esferas do Governo. Durante toda a passagem por Pasárgada chegou a ser o Chanceler da Comunidade Lusófona por 3 meses, durante o período de presidência de Pasárgada no Conselho Gestor daquele organismo.

Sua atuação, que antes estava restrita a projetos superficiais, passou a dedicar-se a aspectos que considera mais relevantes ao micronacionalismo. Durante sua gestão no Ministério da Justiça, em Pasárgada, criou o programa "Legalmente Cidadão", que visava o esclarecimento da sociedade sobre o conteúdo, interpreações e uso da legislação em vigor. Também chegou a se reunir com lideranças pasárgadas da época na concentração de um modelo de micronacionalismo que melhor influenciasse os atributos pessoais do indivíduo.

Em meados do primeiro semestre de 2004, em razão das tempestivas batalhas que ocorriam dentro de Pasárgada, muitos dos cidadãos se desanimaram e se retiraram da micronação, incluindo Sales. Em dezembro daquele ano, se dirigiu para o Sacro Império de Reunião.

Em Reunião, a partir de dezembro de 2004, passou a tratar de aspectos da micropatriologia. Criou a Fundação Teobaldo Sales, a Sociedade Federalista, editou os jornais O Observador e o Mauritius Times, tornou-se articulista do portal Micropatriologia e um dos redatores do panfleto O Socioculturalista. É fundador e patriarca da família Murta-Ribeiro, pioneira na arquitetação de projetos micropatriológicos na lusofonia.

Participou de diversos empreendimentos filosóficos e culturais, e foi co-autor, junto com Carlos Góes da estruturação da Escola Socioculturalista de micropatriologia, cuja ação repercutiu em todo o micronacionalismo lusófono, a partir de março de 2007, como foco de renovação da forma antiga de se encarar o micronacionalismo.

A partir de janeiro de 2007, com a reabertura do Vice-Reino de Maurício, junto com outras lideranças reuniãs, passou a se dedicar exclusivamente à sociedade mauritana, inclusive no florescimento cultural e político que, durante o primeiro semestre de 2007, tornou Maurício o potêncial exportador de micropatriologia à toda lusofonia.

Em maio de 2007, as idéias do Socioculturalismo geraram atrito incomparavel dentro do Sacro Império de Reunião. Àquela ocasião, a maior parte das tradicionais lideranças do Império passaram a considerar os socioculturalistas traidores do micronacionalismo tradicional, tratando suas idéias como uma afronta ao estilo antigo de se praticar a atividade. A convulsão social que se seguiu teve seu desfecho com a saída de Sales e Góes do Império.

Três meses depois, em 30 de outubro, Sales retornava ao Sacro Império de Reunião. Todavia, a atuação de Sales perante o império nunca mais teve a mesma intensidade que antes.

A partir daquele momento, F. Sales dedicou sua atuação a advocacia, ao Vice-Reino de Maurício e a Fundação Teobaldo Sales, instituição que têm tido papel fundamental na disseminação de um micronacionalismo mais rico e melhor estruturado intelectualmente. Ao fim de sua passagem por Reunião, mantinha-se como ministro-chefe da Casa Civil do governo de Bruno Queiroz.

Segundo consta, mesmo com a extinção do título de nobreza em Reunião, a Casa de Murta-Ribeiro permanece ativa em contatos periódicos entre seus membros, mantendo íntegra uma confraria e vínculos próximos de grandes micronacionalistas.

Nos primeiros dias do mês de abril de 2008, se retirou de Reunião, rumando novamente para Pasárgada, em meio a um êxodo de ex-pasárgados novamente para seu projeto de origem, sob alegação de que os tempos propiciavam novamente a revolução de realização e contrução que marcou Pasárgada nos anos de 2002 à 2004. Junto com outros micronacionalistas antigos, reabriu a famosa CorPas e retomou a linha do pasargadismo. Permanece em Pasárgada até os dias de hoje. No mandato de orador no segundo semestre de 2008, apresentou o pacote legislativo que alterou substancialmente a iniciativa jurisdicional em Pasárgada, criando sistema único que permite aos advogados subrogarem-se na função de promotores de justiça para cada caso concreto.

O retorno de micronacionalistas pasárgados consagrados dos idos dos anos 2002-2004 retomou o fôlego da então apagada Casa Coração Pasárgado, que na eleição seguinte a sua reabertura, conseguiu a maioria das cadeiras do Parlamento, confiando Felipe Aron como primeiro-ministro. Durante a administração de Aron, F. Sales ocupou posições-chave, detendo por toda a gestão a direção-geral da ARMADA, e passando pelo Ministério da Economia e o Ministério da Justiça.

Currículo Editar

Publicações Editar

  • SALES, Filipe Augusto. O Sol Aruã. Marajó: Editora Unimar, 2004. link
  • SALES, Filipe Augusto. Manual de Direito Internacional Micronacional. Reunião: Fundação Teobaldo Sales, 2005. link
  • SALES, Filipe Augusto. A Rebelião dos Autocratas. Reunião: Fundação Teobaldo Sales, 2005. link
  • SALES, Filipe Augusto. A Necessidade da Reforma Educacional. Jornal O Observador, Reunião, nº 20, 15 abr. 2006. link
  • SALES, Filipe Augusto. Ausência e Inatividade: Conceitos Distintos. Jornal Reunion Times, Reunião, nº 1, 19 out. 2006. link
  • SALES, Filipe Augusto. A História: Registro de Monopólio e Opinião. Jornal Reunion Times, Reunião, nº 2, 5 nov. 2006. link
  • SALES, Filipe Augusto. O porquê do Socioculturalismo. Panfleto O Socioculturalista, Reunião, nº 2, 9 abr. 2007. link
  • SALES, Filipe Augusto. A Síndrome da Infantilidade Crônica. Revista Mauritius Times, Reunião, nº 1, 28 mar. 2007. link
  • SALES, Filipe Augusto; GÓES, Carlos. Dicotomia no micronacionalismo: os velhos paradigmas. Panfleto O Socioculturalista, Reunião, nº 3, 16 abr. 2007. link
  • SALES, Filipe Augusto. A Força das Idéias. Jornal Correio da Alvorada, nº 3, 4 abr. 2008, Editorial. link
  • SALES, Filipe Augusto. O que é micronacionalismo de verdade?. Jornal Correio da Alvorada, nº 2, 8 jan. 2008. link

Cargos Ocupados Editar

República de Marajó (jan/2001 - dez/2002) Editar

  • Ministro da Imigração e Turismo: fev/01 - mar/01
  • Embaixador: mar/01 - dez/03
  • Ministro das Relações Exteriores: abr/01 - jun/01 e jan/02 - ago/01
  • Senador da República: abr/01 - jun/01 e out/01 - set/02
  • Presidente do Senado Federal: out/01 - fev/02
  • Reitor da Universidade de Marajó: ago/02 - dez/02
  • Presidente da República: ago/02 - dez/02

Comunidade Livre de Pasárgada (dez/02 - dez/04) Editar

  • Ministro da Integração: jan/03 - mai/03
  • Orador: fev/03 - mai/03 e fev/04 - ago/04
  • Vice-Chanceler Lusófono: jun/03 - set/03
  • Ministro da Defesa: out/03 - dez/03
  • Chanceler da Comunidade Lusófona: out/03 - jan/04
  • Ministro da Justiça: mar/04 - ago/04
  • Ministro da Educação e Cultura: jul/04 - out/04
  • Primeiro-Ministro: nov/04

Sacro Império de Reunião (dez/04 - mai/07 | out/07 - abr/08)Editar

  • Qualícato: dez/04 - mar/06
  • Embaixador: fev/05 - jul/06
  • Diretor-Presidente da Assembléia Popular de Qualícatos: fev/05 - jun/05 e ago/05 - dez/05
  • Premier do Império interino: mar/05
  • Procurador do Império: abr/05
  • Juiz Imperial: mai/05 - set/05
  • Secretário-Geral das Relações Exteriores: mar/05 - set/05
  • Presidente da União Democrática Humanista - UNIDA: jul/05 - mar/06
  • Vice-Chanceler Imperial: set/05
  • Chanceler Imperial: set/05 - abr/06
  • Premier do Império: jun/06 - set/06
  • Almirante: set/06 - mai/07
  • Procurador do Império: out/06 - fev/07
  • Qualícato: nov/06 - jan/07
  • Almirante de Esquadra: out/07 - abr/08
  • Presidente da Confederação Imperial dos Advogados: dez/07 - abr/08
  • Ministro-chefe da Casa Civil do Governo Imperial: fev/08 - abr/08

Comunidade Livre de Pasárgada (abr/08 - ___ ) Editar

  • Jurisconsulto: abr/08 - ___
  • Orador: jun/08 - ___
  • Diretor-Geral da ARMADA: jun/08 - ___
  • Ministro da Justiça: jul/08 - ___

Condecorações Editar

  • Doutor Honoris Causa pela Universidade de Marajó (Marajó/2004)
  • Troféu Diplomata do Ano do jornal Tribuna Popular (Pasárgada/2004)
  • Cavaleiro de Sua Majestade, Ordem do Coração de Jutot (Reunião/2006)
  • Oficial da Ordem Militar de Von Battelion (Reunião/2006)
  • Grão-Cruz da Ordem da Flor-de-Lis Mauritana (Reunião/2006)
  • Comendador da Ordem do Nosso Senhor dos Navegantes (Reunião/2007)
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